Massagem pré -treino e pró-treino.

Depois de participar de uma prova, nada melhor do que se dirigir para a arena, reidratar o corpo e receber uma boa massagem para relaxar os músculos. Ou será que teria sido eficaz ter recebido o estímulo antes de levar os tênis para o asfalto?

A massagem é uma prática milenar que visa tanto estimular os músculos e prepará-los para uma atividade, quanto relaxá-los após um estresse físico. Portanto, os atletas devem se preocupar em realizá-la tanto antes quanto depois de uma prova.

De acordo com a fisioterapeuta Elaine Freire, a massagem mais indicada para corredores é a desportiva. “Quando é feita antes, a técnica ‘avisa’ o corpo, por meio de estímulos, que ele terá que enfrentar um grande esforço. Além disso, ela estimula a circulação sanguínea dos músculos e os prepara para a corrida”, explica.

No final do percurso, já com o corpo fadigado, é bom dar uma recompensa para os músculos terem conseguido cumprir sua meta. “Quando a massagem é feita depois da prova é um processo de reabilitação. Ela também melhora a circulação, propicia maior oxigenação para que as fibras musculares relaxem e evitem câimbras”, relata a profissional

Além disso, Elaine reforça que a massagem deve ser um complemento ao treino. “Caso o atleta não esteja bem treinado para uma prova ela é imprescindível, pois o corpo do corredor não está preparado para o esforço que terá que enfrentar e precisará evitar câimbras e microlesões”, orienta.

Toda semana – Alguns atletas mantêm o hábito de fazer massagens durante a semana como alternativa para aliviar as tensões e estresses diários, além de aumentar seu rendimento no final de semana. A tenda do MASSOTERAPEUTADF cobram cerca de R$ R$ 70 para cada 50 minutos de sessão e tem de 30min. / 40min.

Segundo a fisioterapeuta, é saudável que o atleta mantenha um acompanhamento massoterapêutico duas vezes por semana. “Porém, essa prática não elimina a necessidade da massagem antes e depois da prova”, ressalta.

Pontos-gatilhos – Os pontos-gatilho são regiões musculares mais rígidas que se estabelecem na fibra e podem ficar em estado de latência por muitos anos. Para ativá-los, basta que o indivíduo some a ele uma situação de stress físico e/ou emocional e uma nova sobrecarga do músculo. Quando ativado ele passa a produzir um espasmo doloroso.

Para se proteger, o cérebro envia um sinal para que o músculo se contraia, agravando as dores. Assim se forma um círculo vicioso: quanto mais dor, mais estímulos são enviados pelo sistema nervoso e mais contraídas ficam as fibras musculares.

Para aliviar o desconforto, o massagista deve pressionar o ponto em questão por algum tempo. “A pressão envia uma mensagem para o cérebro parar de contrair o músculo e, assim, interromper a dor”, discorre a fisioterapeuta, e completa: “esse tipo de massagem normalmente é feita junto da desportiva, mas pode ser realizada sozinha também”, conclui.

Fonte: http://m.webrun.com.br/noticias/conteudo/id/14592

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